sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
"A história de Alberto Otávio Carrasco"
Em 2014, um soldado foi em
guerra contra a Síria, Chamava-se Alberto Carrasco e não fazia nada da vida
senão jogar jogos de computador. Aos 21 anos de idade, estava no 8º ano por ser
tão viciado. Também já tinha roubado carteiras a velhinhas, mas nunca fora apanhado.
Certo dia, ficou gravemente doente e a doença
só tinha uma cura que estava no Egito.
Em plena guerra na Síria,
tinha opção de ficar na guerra e esperar com o risco de morrer ou tinha a opção
de ele próprio ir ao Egito. Para isso, porém, precisava dum veículo para se deslocar.
Pensou, pensou, pensou e disse em voz baixa para ele mesmo: "Uma vez
ladrão, sempre ladrão."
Essa frase ficou na cabeça
dele e decidiu roubar o carro que conduzia na guerra e fugir daquele sítio.
A meio do caminho, parou
porque estava – se a sentir maldisposto. Vomitou e lá continuou a viagem.
Depois de muitos quilómetros, chegou e foi logo pedir o remédio. Só que, para
obter o remédio, havia condições: tinha
que derrotar o seu eterno rival “Fiambre”.
Mal tinha forças tinha
para andar, quanto mais para lutar. Apesar disso, reuniu forças e lá foi ele.
-AUGGGGHHHH AUUUUUUU NAOOOOOOOOO!!
Saiu do duelo com um olho
negro, com o pé torcido e, o melhor, esqueceu-se do que eram jogos de
computador. Entretanto, recebeu uma chamada do telemóvel descartável a dizer
que o remédio tinha chegado à Europa e que podia voltar para Portugal.
Mas era
bom demais para ser verdade! Os “ fiambreiros”, soldados do Fiambre vinham
atrás dele porque Alberto tinha partido uma unha a Fiambre e convocou todos os
soldados para virem atrás dele.
Cheio de medo, deu a maior
corrida da vida dele. Mesmo assim, não os afastava porque eles treinavam
atletismo. A partir daí, nunca mais se viu Alberto Otávio Carrasco soldado
português.
Alexandre Bernardo, 7.º C
"A dívida mal paga"
Era uma vez um jovem chamado
Daniel, que era alto e magro, tinha cabelo castanho e vivia num país muito
distante. Trabalhava numa feira, situada num bairro de gangsters.
Um dia, foi ter com a sua
namorada Joana, que estava prestes a acabar com ele. Ela corria perigo, por
isso é que queria acabar com ele.
- Joana, quem é que te quer fazer
mal?
Ela não respondeu e foi-se
embora. Daniel ficou a pensar em quem lhe poderia estar a fazer mal.
Então, decidiu segui-la, mas,
quando olhou para trás, viu quatro gangsters
a enfiá-la numa carrinha. Daniel foi atrás...A carrinha parou e ele observou que o refúgio dos vilões ficava numa barraca, no meio de uma mata,
perto da cidade.
Assim que os gangsters e a rapariga
entraram na barraca, Daniel meteu-se numa conduta que ia dar à sala onde estava
todo o bando.
A rapariga apareceu na sala,
acompanhada por um homem muito alto, armado que lhe perguntou pelo seu
dinheiro.
Ela disse que não o tinha. O
homem, sobressaltado, com a testa prestes a explodir de raiva, disparou na
cabeça de um dos seus ajudantes. Assustada, a rapariga disse que ele voltaria a
ter o seu dinheiro dali a uma semana.
O homem deixou-a sair, mas
disse-lhe que, se ela não lhe trouxesse o dinheiro, morreria.
Assustada, foi para uma praia
pensar no que faria da sua vida.
Entretanto, Daniel foi ter com
ela e perguntou o que aqueles homens pretendiam e ela contou-lhe tudo. Disse
que havia dois anos que o seu pai fora o grande fundador de uma empresa
mundialmente famosa, até que um dia foi a um casino e, como nesse dia não tinha
dinheiro para as apostas, os gangsters
mataram-no e ele ficou a dever-lhes 24 milhões de euros.
Daniel pensou num plano: ir para
uma ilha exótica só com o chefe dos gangsters
para lhe fazer o pagamento.
Contudo, quando o homem abriu a
pasta para confirmar se estava lá todo o dinheiro, viu que aquilo eram duas
bombas adesivas prestes a explodir. Tirou rapidamente uma pistola do bolso,
disparou na perna de Daniel, que ficou ferido. Este, quando a bala lhe passou
pela perna, bateu no dispositivo que acionava a bomba.
Depois de tudo aquilo, Daniel foi rapidamente
levado para o hospital, onde o médico disse que ele iria sobreviver, mas demoraria
dois meses a recuperar.
Diogo Freire, 7.º C
"A princesa"
Era uma vez
dois irmãos. Um deles era o mais velho e chamava-se João, era alto e tinha
cabelo preto. O outro irmão era mais novo e chamava-se Miguel. Este era um
pouco baixo.
Eles eram
muito competitivos e tinham um sonho: serem muito conhecidos por toda a sua
vila. Houve um dia em que descobriram que uma princesa fora raptada por um
feiticeiro. Quiseram ir atrás dela para salvá-la. Atravessaram vários obstáculos,
como monstros controladas pelo feiticeiro.
Mais tarde,
eles encontraram um portal que dava para outra dimensão onde estava a princesa.
Antes de entrarem, tinham que lutar contra o feiticeiro. Este lançou uma
feitiço contra Miguel que ficou a ser controlado por ele.
Os dois
irmãos tiveram que lutar um contra o outro, mas João conseguiu ganhar, derrotou
o feiticeiro e salvou a princesa.
Pedro
Cardoso, 7.º C
"O Anel Mágico"
Há muito tempo, um
corajoso príncipe, com a sua espada brilhante e olhos e cabelos castanhos
partiu numa missão.
O pai de Carlos todo poderoso, disse:
-Meu filho, irás numa missão para encontrares um anel mágico.
Se o encontrares, poderás ficar com ele.
Depois do que o seu
pai lhe dissera, o jovem príncipe meteu-se a cavalo em busca do anel.
Após cavalgar algum
tempo, um pequeno grupo de ladrões que andava por lá e ouviu preparou uma
armadilha.
Passado algum tempo,
Carlos parou para descansar:
-Estou exausto. - disse.
Depois, fez uma
fogueira e foi dormir.
-Ataquem!-disse o líder dos ladrões.
-O que se passa?!-disse Carlos surpreendido.
-Dá-nos a tua espada e ouro!-ordenou o líder.
-Nunca! -disse o príncipe. Se quiseres a minha espada e o meu
ouro, terás de combater comigo num duelo!
Eles começaram o duelo e trocaram socos e pontapés entre
si até que o ladrão ficou atordoado e o
cavaleiro acabou com um murro, vencendo e os ladrões retiraram -se.
De manhã, o príncipe
continuou a sua viagem à procura do anel.
Por fim, chegou ao
templo dourado, onde ficavam as maiores joias de ouro. Quando o jovem príncipe
entrou, disse:
-Fantástico!
Após ter ficado lá algum
tempo à procura, encontrou o anel, mas havia um problema: estava guardado por
um duende. Por isso, Carlos atacou-o de surpresa. Contudo, o duende, esperto,
apanhou o cavaleiro e prendeu-o numa jaula com algemas, fazendo-o prisioneiro.
Algum tempo depois,
Carlos já tinha pensado num plano: Quando o duende o fosse comer, lançar-lhe-ia
poeira para os olhos.
Assim, quando o
duende o tirou da cela, ele lançou-lhe poeira, como tinha planeado.
Pegou no anel mágico,
na sua espada e, com um enorme poder, queimou-o com o anel e fugiu. Alguns duendes
aliados foram atrás do cavaleiro para se
vingar, porém o poder era impossível de travar e, quando Carlos acabou com
eles, voltou para casa feliz por ter encontrado o anel mágico.
Alexandre Silva, 7.º C
“O grande aventureiro”
Era uma vez um homem chamado
Nathan Drake, que era alto, tinha cabelo e olhos castanhos, era muito bonito e
não tinha medo de nada, mas, acima de tudo, era um grande aventureiro.
Nathan Drake vivia num país
muito bonito e com várias e elegantes cidades.
O seu verdadeiro objetivo
era conseguir um amuleto há muito deixado pelo seu avô. Era uma grande e rara
antiguidade da sua família.
Então, partiu numa grande
aventura em busca do tal amuleto.
Numa manhã de outono, chegou
a uma ilha deserta... Lá, havia uma floresta muito densa e com árvores
fortemente despidas pela brisa de outono. As árvores eram verdes, verdes, mas
tão verdes, que dava para sentir a frescura como se se estivesse na primavera. No
seu interior, existia um grande templo e, quando entrou, ficou fascinado com
tantos mistérios que lá havia.
Porém, no meio de tanta
diversidade, o aventureiro tinha muitos enigmas e adivinhas para decifrar. Era
um templo totalmente armadilhado e cheio de hieróglifos na parede.
Felizmente, ele sabia
decifrá-los e, depois de passar por muitos desafios, chegou ao enigma final.
Na parede do templo, estava
escrito: “Se desta família fores, o amuleto certo escolherás”.Ele escolheu o
certo. Porém, por detrás daquela grande porta, estava um bandido que conseguiu
fugir com o mesmo. Ao observá-lo atentamente, seguiu-o até ao seu covil e, no
fim, obteve o tão desejado amuleto.
Tiago Martins, 7.º C
“O anel mágico”
Era uma vez uma linda rapariga chamada
Catarina que tinha cabelo loiro, olhos azuis, era magra, de altura média e com
cabelo encaracolado. O seu maior desejo era possuir um anel mágico que a podia
teletransportar para qualquer lugar no Mundo.
Andou
por montes, vales, montanhas… e, pelo caminho, encontrou um duende, que a
acompanhou na sua viagem.
A certa
altura, viram um sábio louco:
- Olá! Sou a Catarina e tu? – perguntou.
- Sou o
Sábio e ouvi dizer que andas à procura do anel!
- Sim, ando, mas tu sabes onde está?
- Sei! Tens
de vir comigo!
-
Certo!
A Catarina foi com ele e chegou a hora de
receber o anel...
- Então, onde está o anel? – perguntou ela.
- Tens agora de ir de barco até à iha
misteriosa!
- Está bem!
Quando chegou à ilha, viu que era
maravilhosa, com muita vegetação e bem tratada.
“Onde estará o anel?” – perguntou-se.
Durante dias, horas e minutos, procurou,
procurou... Depois, recordou-se do que o duende lhe tinha dito: “Vais encontrar
uma pessoa que te vai enganar.”
Quando se lembrou de que era o Sábio quem estava
a usar o anel, foi de barco, outra vez, para o país e tentou roubá-lo.
Conseguiu tirar-lho e teletransportou-se
para um lugar onde não há pessoas
maldosas e a vida é maravilhosa.
Lara
Rodrigues, 7.º C
"Uma aventura no mar"
Há bastantes
anos, viveu um marinheiro chamado Zé que andava sempre à procura de aventuras.
Ele era baixo e magro, e não muito forte, mas tinha uma inteligência fora do
normal.
Certo dia,
andava na rua e viu um cartaz a dizer: ”Precisa-se de marinheiros para ajudar
excursão de cientistas.”
Ele
inscreveu-se logo.
Na semana
seguinte, começaram a embarcar. Zé ficou encarregue de um dos canhões de proa. Zarparam
na mesma semana rumo aos países do Sul onde se iam reabastecer. Porém, antes
disso, foram atacados por piratas. Estavam prontos para abrir fogo. Antes de a
ordem ser dada, o navio recebeu vários tiros na ponte. Continuaram à espera
enquanto recebiam vários tiros. Depois de serem atingidos é que foi anunciado
que tinham fogo livre. Começaram a disparar contra o inimigo. Após várias horas
de combate, o barco pirata retirou.
Quando
chegaram a terra, fizeram a contagem de
vítimas e dos danos. Nessa lista, constavam: o engenheiro, metade dos
cientistas e, o pior de tudo, o capitão. Todas as vítimas estavam na ponte.
Metade do
caminho até ao local onde deviam deixar os cientistas foi pacífico,
provavelmente pela presença de outros navios da marinha.
Em terra,
correu bem.
Quando estavam
a zarpar, um homem, não se sabe como, entrou no navio e começou a gritar:
-Não, vão!
Não, vão!
Ninguém se
importou e o homem foi levado para terra.
Na passagem de
volta, foram atacados, não por um, mas por cinco navios piratas. Zé, sem
hesitar, começou a disparar. A meio da batalha, algo perto dele explodiu. Ele
foi empurrado para o lado oposto do navio. Acordou vários dias depois num
hospital a ser tratado e disseram-lhe que fora o único sobrevivente e que fora
salvo por um grupo de animais desconhecidos.
Manuel Lopes,
7.º C
"Drake e o tesouro dos piratas"
Era uma vez um homem chamado Drake que caçava
tesouros. Era um historiador que se aventurava por dinheiro e trazia artefactos
valiosos, como a coroa do rei da cidade de ouro.
Drake tinha um irmão que se pensava morto,
pois, quando escapou da prisão, ficou para trás, levou dois tiros, caiu e
desmaiou…
Alguns anos depois, Drake deixou de caçar
tesouros e arranjou um trabalho, uma mulher, uma casa e uma vida simples.
Um dia, no seu trabalho, à noite, apareceu um
homem que tinha a cara tapada. Mal entrou, destapou-a e logo a seguir foi a
maior surpresa do Drake: o seu irmão apareceu!
-Pensava que estavas morto!-
exclamou Drake.
-Pois! Estaria morto se não
fosse o meu colega de cela que me ajudou a fugir da prisão. -afirmou Sam.
-A sério?! - exclamou Drake.
-O meu colega quer o tesouro
dos piratas de gambas.
Foi a condição para me ajudar
a sair da prisão.
Para ir com o irmão, Drake tinha de mentir à
namorada, dizendo-lhe que ia numa viagem de trabalho.
Passados alguns dias, foi-se encontrar com o
seu irmão Sam e Salivem para irem em viagem.
-Segundo os livros, o
capitão deles, que era o temível Barbas, nasceu na Turquia e começou a ser
capitão lá!-disse Drake.
-Então, estamos à espera de
quê? Vamos lá!-disse Salivem.
Eles começaram a procurar naquela cidade desconhecida
e descobriram que tinha sido preso.
Passados uns dias, Drake infiltrou-se na
prisão com o seu irmão Sam. Encontraram o selo do Barbas que tinha vários
códigos. Quando Drake conseguiu achar a chave para os decifrar, encontrou uma
cruz cristã.
Conseguiu fugir com a ajuda do seu contacto
da prisão. Chegaram ao ponto de encontro. Os três investigaram a cruz e
encontraram um papel que dizia que havia um tesouro que estaria num vulcão, em
Madagáscar...
Assim, decidiram partir para uma longa
aventura...
Fábio Sequeira, 7.º C
“A Carta”
Era uma vez uma rapariga que se
chamava Vitória. No fim de junho, ia passar o resto das férias de Verão, como
todos os anos, à terra da sua família materna, para casa dos seus tios-avós. A
terra era uma pequena aldeia no cimo de um monte, que se chamava Lousa e
pertencia ao concelho de Moncorvo.
Quando chegou, decidiu que ia dar
uma volta à aldeia. Passou pela igreja matriz, o café central os correios, os
conventos, foi ao monte da Santa Bárbara e passou também pela casa dos seus
bisavós, o que lhe despertou curiosidade, pois nunca lá tinha entrado.
A casa era pequena e antiga. Era
como aquelas casas antigas de pedra, cheias de mistérios.
Ela estava com medo, por isso foi
chamar o primo.
- Dinis, vens comigo à casa dos
bisavós?
- Porquê, Vitória? –indagou o
primo.
- Porque eu tenho medo de lá
entrar sozinha. Pode haver aranhas e esses bichos nojentos! – disse Vitória.
- Está bem! Eu vou contigo. -
afirmou Dinis.
Os primos eram um pouco parecidos.
Ambos tinham os olhos verdes, mas Vitória tinha o cabelo loiro e o seu primo
tinha cabelo castanho escuro, quase preto.
Agora sim, estava segura de
entrar. Entrou pela cozinha, depois chegou à sala, que, a partir daí, seria o
corredor dos quartos, e entrou no quarto
dos seus bisavós.
Encontraram fotografias já muito
antigas e uma embalagem... onde havia uma carta do seu bisavó a dizer que teria
escondido uma caixa com objetos valiosos para ele dar à sua querida primeira
bisneta, que era Violeta. Também havia lá um mapa.
Como já era tarde, os dois primos
decidiram ir para casa.
Vitória não conseguiu pregar olho,
por isso às sete e meia da manhã, decidiu ir à procura da caixa. O bisavô disse
que quem quisesse a caixa teria de passar por etapas.
A primeira era ir aos conventos
para encontrar o primeiro objeto valioso e uma das partes da carta. Assim,
Vitória começou a sua caminhada até aos conventos. Quando chegou, procurou,
procurou, até que encontrou uma caixa debaixo da mesa do padre na igreja do
convento. O objeto valioso era o primeiro terço que os avós do bisavô da
Vitória lhe tinham dado.
A segunda etapa era ir às ruínas da capela da
Santa padroeira, a Nossa Senhora dos Remédios. Quando chegou, procurou
debaixo de umas ervas e encontrou a
terceira caixa, cujo objeto valioso era o seu brinquedo favorito de criança, um
pião.
A última etapa era ir ao monte da
Santa Bárbara, o monte mais alto da aldeia. Quando encontrou a caixa, abriu-a e
começou a ler as primeiras cartas de amor que a sua bisavó e o seu bisavô
tinham escrito um ao outro e o objeto valioso era um relógio de bolso antigo
que tinha passado de geração em geração.
Vitória ficou muito contente por
descobrir quase todas as surpresas do seu bisavô, porque nunca o tinha
conhecido, pois, quando a sua mãe estava grávida dela de sete meses, ele morrera.
Beatriz Gonçalves, 7.º C
“A Grande Aventura”
Era uma vez um grande aventureiro chamado
Jack que era o melhor de todos os aventureiros, pois tinha descoberto cidades
perdidas, templos, pirâmides e tantos outros sítios desconhecidos.
A certa altura, descobriu que existia um
amuleto perdido que se acreditava que dava poderes a quem o usasse, mas não
sabia onde é que este poderia estar, pelo que começou a procurar.
Depois de uma longa pesquisa, Jack
descobriu onde estava o objeto mágico. Estava numa ilha que aparecia e
desaparecia no oceano e estava sempre em movimento. Teria que reunir uma
equipa.
Passado algum tempo de busca pela equipa
perfeita, conseguiu encontrar outros três grandes aventureiros, que eram o
Mike, o Leonardo e a Erica. Nunca se tinha visto tal equipa! Eles tinham que
começar já a engendrar um plano para encontrar o amuleto.
-Temos que fazer alguma
coisa para além de ficar sentados a olhar para o céu - disse Jack.
-Tens razão! Vou chamar o
Mike e o Leonardo - disse Erica.
Depois de Erica ter ido chamar os outros
membros da equipa, começaram logo a lançar ideias para o ar a ver qual era a
melhor. Até que, a certa altura…
-E se prendêssemos a ilha dentro
de uma espécie de jaula gigante?-sugeriu Leonardo .
-Mas que boa ideia! - exclamaram
Jack, Mike e Erica.
-Vamos já começar! Só
precisamos do local e de uma boa estratégia, sabendo que a ilha fica parada
durante dois dias - disse Jack.
-Então, vamos deitar mãos ao
trabalho - disse Mike.
Depois de descobrirem a sua próxima
localização, começaram a trabalhar na jaula para apanharem a ilha.
Quando a ilha apareceu, caiu direitinha
na armadilha. Dali já não saia. Foram logo buscar o amuleto.
A partir desse momento, os
quatro aventureiros passaram a ir a muitas entrevistas e abriram inclusive um
museu...
Diogo Silva, 7.º C
"Robin, o grande marinheiro"
Era uma vez um jovem que se chamava Robin
que vivia numa bela casa. Era muito valente, alto, magro, tinha cabelo castanho
e adorava ter aventuras no seu navio, o "Barba Negra".
Num dia de muito calor, Robin ouviu falar de
um amuleto que já procurava há muitos anos.Era o grande "Amuleto
Chiwaka" e era ideal para a sua coleção, pois com ele podia controlar a
água e o vento.
Depois de preparar tudo, partiu para a sua
aventura para a ilha de "Chiwaka", onde ia encontrar o amuleto,
sabendo, porém, que ia enfrentar
diversos obstáculos.
Robin tinha começado a viagem e o marinheiro
que estava a olhar a retaguarda disse :
-Navio de piratas à vista!
Sem esperar, Robin
começou a batalhar contra os piratas que, quando foram derrotados, fugiram a
sete pés.
-Foram apanhados, seus malvados! - exclamou
Robin alegremente.
Continuaram a viagem calmamente, sem
problemas.
Só pensavam em quando
iam chegar à ilha.De repente, um marinheiro disse :
-Terra à vista, capitão!
Atracaram o barco e apareceu-lhes o guardião
do amuleto, o diabo Chiwaka, que começou a batalhar com Robin e conseguiu pô-lo
numa situação difícil.
Então, apareceu o seu
marinheiro Tó Zé que lhe deu um soco e ele caiu e todos juntos foram buscar o
amuleto.
Em seguida, voltaram
para casa, tendo só que mandar embora uns piratas para chegarem ao seu destino.
Dito isto, acaba a
nossa história.
Francisco Prieto,7. ºC
“Um aventureiro chega à Alemanha”
Há muitos, muitos anos, havia um cavaleiro
que gostava de aventura.
Um dia, andava a fazer as suas viagens
pelo Mundo e parou na Alemanha. Achou que estavam com um grande problema.
Nesse grande país, só ouvia dizer “ chegou
um cavaleiro muito alto, magro, de cabelo curto e castanho e olhos castanhos”.
O aventureiro começou a rir-se e explicou-lhes que gostava muito de se
aventurar e que viera para o tentar ajudar.
Os habitantes da Alemanha ficaram contentes e tiveram que mostrar-lhe o
que se tinha passado.
O rapaz, todos os dias, vinha e ia buscar comida e água a um outro país
perto.
Mais tarde, apareceram os Gregos para enfrentar a Alemanha novamente,
mas, desta vez, o aventureiro reagiu. Disse-lhes que não poderiam atrever-se a
reaparecer.
Assustados, nunca mais lá apareceram.
Os habitantes da Alemanha, com uma boa ação, agradeceram ao aventureiro
com um grande jantar.
E tudo acabou bem.
Carolina Salvação, 7.ºC
“Uma aventura mágica”
Dois aventureiros morenos, altos e com cabelo longo e castanho, o Rui e
a Ana, viviam numa casa muito grande cor-de-rosa.
Certo dia, decidiram que iriam fazer uma
aventura a uma floresta com muita magia e monstros. Esta floresta era muito
grande e escura.
De caminho par a sua aventura, um mágico propôs-lhes uma tarefa que
eles acharam impossível de concretizar.
Quando chegaram à floresta, a Ana começou a tossir, porque apanhou um
vírus.
Após irem a meio do caminho, encontraram um grande dragão que estava a
pegar fogo à floresta toda. Cheirava imenso a queimado.
Começaram a fugir por um atalho que foi dar a uma gruta. O Rui e a Ana
entraram e chocaram com um gigante que os protegeu.
Como recompensa, deram-lhe uma bolacha gigante e, ao matar o dragão,
saiu dele um medicamento para a tosse da Ana.
Continuaram a sua aventura, que terminou numa falésia mágica e falante.
A falésia disse-lhes que, para poderem continuar a sua aventura, teriam
de responder a uma advinha, que os aventureiros conseguiram decifrar.
Quando já era noite, foram para casa e terminaram a sua aventura.
-Este dia foi muito longo e com muita aventura, como nós queríamos!
-Pois foi, Rui, e agora vamos para casa descansar!
-Sim, vamos!
Rodrigo Martins, 7.º C
“O camponês pobre”
-Já tenho vinte anos e nunca tive
uma esposa.
Tenho de encontrar uma namorada.
Triste ,enquanto pensava, trabalhava. Teve uma grande ideia: ir ao
grande palácio ver se o rei lhe dava a mão em casamento de uma das suas filhas
mais belas, mas que não se im portasse de casar consigo.
-Então – disse o rei - se é uma
princesa que queres, eu vou mandar os guardas chamarem as minhas três filhas, a
Alice, a Maria Albertina e a mais nova, a Esmeralda.
- Minhas filhas, este jovem veio
cá para pedir a uma de vós para casar
com ele!
A mais velha disse:
-Com este, nunca na minha vida!
A irmã do meio disse:
-Eu até casava com ele se fosse
rico!
E a mais bela, bondosa e
simpática disse:
-Tu até és um rapaz muito lindo.
Eu não me importo de casar contigo, se tu fizeres as minhas tarefas
impossíveis, senão serás condenado à morte.
-Aceito , minha princesa.
A princesa entregou-lhe o papel
com os problemas e foi embora tentar fazer o que a princesa lhe pedira.
No dia seguinte, ele foi fazer a
primeira tarefa, fez a segunda e fez a terceira.
Quando acabou, foi ter com o rei e disse:
- Desculpe, mas, se a sua filha não
gosta de mim, não vale a pena casar com ela.
Então, quando se foi embora, a
caminho de casa, encontrou uma menina que se apaixonou por ele...
Ana V., 7.º C
“Aventura do chinês pobre”
Certo dia , um chinês
estava a passear e deparou com uma mala no seu caminho. Muito curioso para ver o
que estava lá dentro , levou-a para casa.
Perguntou para si
mesmo: “o que estará dentro desta mala?”
Logo que a abriu ,
os seus olhos brilharam como as estrelas e disse muito alto:
-Estou rico. Vou esconder metade do dinheiro numa ilha.
Ele tornou-se muito
rico , gritou e uns ladrões ouviram e quiseram logo arranjar um plano para o
assaltar.
Um dia , ele estava
a passear com o seu cavalo e apareceram os ladrões e roubaram-lhe todo o
dinheiro que tinha.
Ele ficou muito
triste com o que tinha acontecido e por isso foi para a sua ilha .
Chegando lá, foi
buscar o dinheiro restante e construiu uma casa. Contudo, não sabia o que o
esperava, pois eles seguiram-no.
Então , enquanto
passeava o seu cão, os ladrões apareceram muito de repente.
Ele não soube o que
fazer e eles roubaram-lhe tudo o que tinha consigo.
Além disso , como
castigo , prenderam-no ao pé do mar para se afogar.
Rodrigo Gaspar, 7.º C
“A princesa Melissa”
Era uma vez uma menina
que vivia no palácio com os seus pais, os reis de Wellington. Era de pele branca
e olhos cor do céu, igual à mãe. Chamava-se Melissa.
Numa noite, os reis
foram a um baile e a menina foi levada por uma mulher que a escondeu num sítio
distante. Era uma feiticeira com poderes mágicos, que era muito velha, de
cabelos loiros e olhos escuros.
Ao regressarem do
baile, os reis ficaram devastados e mandaram as tropas procurá-la em todo o
reino.
Nunca a encontraram…
A menina tornou-se uma
bela jovem.
Vivia dentro do castelo da feiticeira, sem nunca ter vindo ao
jardim sequer…
Num dia, estava à janela, quando viu uma pessoa a espreitar
pela porta e ficou muito assustada. Pensou que era um ladrão. Este estava
vestido com roupas velhas e era jovem.
Melissa desceu as escadas, escondeu-se dando-lhe com a
vassoura quando abriu a porta.
O jovem caiu no chão, ela amarrou-o e, quando acordou,
disse-lhe:
- Não tenhas medo! Eu
não te quero fazer mal nem roubar. Preciso da tua ajuda!!
- Não posso, porque vivo com a minha mãe e nunca por aqui
passou alguém.
- Queres vir comigo?
- Nunca saí daqui!
- Então, vamos só até ao jardim.
Melissa ficou tão encantada com tudo ao redor, que nem deu
pelo tempo passar. De repente, foi surpresa pela feiticeira que a procurava.
O jovem, ao vê-la, recordou-se de uma velha história sobre a
princesa que desparecera e, ao confrontá-la, esta lançou-lhe um feitiço.
Porém, o amor entre os dois jovens venceu o feitiço e eles
viveram felizes para sempre!
Beatriz Sousa, 7.º C
“O anel mágico”
Num reino muito distante, havia uma
princesa que era tão bonita quanto aventureira.
Certo dia, ela acordou e começou a
sentir-se mal disposta, mas não ligou importância. Todos os dias, a sensação
ficava mais forte, até ao dia em que desmaiou.
O rei levou-a até um curandeiro.
Chegado ao sítio, ela acordou.
- Onde estou?- perguntou a
princesa.
Ela olhou à volta muito devagar
para se tentar localizar.
O pai, depois, explicou tudo; que
ela tinha uma doença que poderia causar morte.
- Então, é assim?! Eu vou morrer!-
desabafou.
- Calma! Existe uma solução! É um
anel mágico que fica numa ilha!
Ela, porém, não acreditou.
Ora o Guilherme era um rapaz quase
tão pobre como bonito, mas já não tinha trabalho há muito tempo.
Um dia, resolveu ir até ao palácio:
- O que tenho de fazer? Preciso de
dinheiro!
O rei ficou espantado e disse que
ele podia ir numa viagem para encontrar o anel mágico. Ele nem pensou nos
perigos.
No dia seguinte, ele e a princesa
embarcaram. Ela estava muito contende. Quando chegaram à ilha onde se
encontrava o anel, correram até à entrada da floresta, olharam um para o outro
e entraram.
Tinha sido fácil chegar até ao
anel, mas, quando viram uma rapariga a olhar fixamente para eles os dois,
mudaram de ideias.
-São vocês que querem o meu anel?-
perguntou.
Então, começaram a lutar, mas ela
esquivava-se sempre. Até que ele conseguiu acertar no coração dela. Depois, deu
o anel à princesa.
Voltaram para casa e juntos viveram
mil aventuras.
Inimigos
Era uma vez uma linda
rapariga chamada Madalena. Tinha cabelos louros e olhos azuis. Era magra, alta,
alegre e popular na sua aldeia. Tinha um amigo em quem confiava muito, o
Martim, que era um rapaz aventureiro, tinha olhos e cabelo castanhos.
A aldeia onde viviam
chamava-se Malmequer. Era uma pequena aldeia com muitos espaços verdes, algumas
lojas, uma escola básica, um parque infantil, uma igreja e alguns cafés e
restaurantes.
Madalena e Martim tinham
muitos amigos e apenas um inimigo, o Guilherme. Este não tinha quase amigos e
só queria o mal das pessoas.
Um dia, a Margarida,
amiga da Madalena, disse-lhe:
-Madalena, Madalena! O
Guilherme disse que se vai embora!
-Como assim, vai-se
embora?- perguntou a Madalena.
-Ele disse que para outro
país!
-É da maneira que nos
deixa em paz.- murmurou Madalena.
Meses depois de Guilherme
se ter ido embora, Martim foi numa aventura navegando, mas chegou a notícia à
aldeia de que tinha naufragado. Madalena chorou muito. Ela estava disposta a ir
à ilha que ficava perto de onde o desastre ocorreu para explorar.
Madalena chegou à ilha e
encontrou uma pulseira única que o Martim usava. Ela queria chorar, mas
continuou a andar. Encontrou uma caverna e viu Martim amarrado a uma cadeira.
Madalena correu. Quando chegou perto dele, ouviu Guilherme falar:
-Madalena, não vale a
pena soltá-lo. Ele está inconsciente! Não queres acabar como ele, pois não? Ele
vai morrer!
Madalena e Guilherme
começaram a discutir e, entratanto,
Martim acordou. Guilherme rendeu-se e Madalena e Martim voltaram para a aldeia.
Luísa Gaspar, 7.º C
“O amuleto milagroso”
Era uma vez uma família pobre, sem pai que
vivia num campo verde. A família era composta por uma linda e humilde menina de
olhos cor do mar e cabelo loiro como o sol, chamada Madalena, pelo irmão,
Gonçalo, um aventureiro de olhos e cabelo castanho claro, e pela mãe, que era
linda, mas sofria de uma doença grave, só curada com um amuleto milagroso. Eles
viviam num lindo campo, numa pequena cabana de madeira.
Um dia, a mãe disse:
-Filhos, tenho uma doença que só
se cura com um amuleto.
-Nós podemos procurá-lo! Partimos
amanhã ! - interrompeu Madalena.
No caminho, encontraram um marinheiro junto ao
mar.
-Espere!
-O que se passa, meninos?-perguntou
o marinheiro.
-Para onde vai?
-Eu? Vou em busca dum amuleto. O
meu pai está muito doente.
-Também a nossa mãe! Podemos ir
juntos?
-Claro! Venham!
Alguns dias depois, aconteceu uma tragédia.
Foram apanhados por uma onda gigante.
-Cuidado!- gritou Gonçalo.
-Uau!
-Uau o quê? O que querem da minha
gruta?-disse o sábio.
-Procuramos
dois amuletos!
-Eu tenho-os,
mas dou-vo-los com uma condição! Têm que acertar em todas as contas que eu
disser!
-Está
bem!-disse a Madalena-Eu tenho sempre muito bom a Matemática.
-Infinito
vezes dois?
-Sei lá!-
disseram eles em conjunto.
-Infinito duas
vezes! - disse o sábio a rir - são meus escravos.
Então, conseguiram dois amuletos e fugir.
Despediram-se e foram ter com a mãe, enquanto
o marinheiro foi ter com o seu pai.
-Mãe, aqui
está o amuleto!
A mãe ficou curada e o pai do marinheiro
também.
Sara Faria
“Em busca do tesouro”
Era uma vez um aventureiro que adorava
meter-se em aventuras perigosas.
Um certo dia , estava a entrar num café e
foi para o balcão, quando, numa mesa perto dele, ouviu dois homens a conversar
sobre um tesouro. Ele ficou curioso e decidiu juntar-se a eles:
-De que tesouro estão a falar? -perguntou o
aventureiro - É valioso?
-É tão valioso, que
quem o encontrar fica riquíssimo. – disse um dos homens.
-Há um mapa?
–perguntou o aventureiro.
-Eu tenho-o. Vamos
partir hoje em busca do tesouro. Queres vir? –perguntaram os dois homens.
-Tiraste-me as
palavras da boca. -respondeu o aventureiro.
-Onde fica?-
perguntou ele.
-Vamos para Este. –
respondeu um dos homens.
-Primeiro, vamos a
minha casa.
Assim foi. Quando lá chegaram, o homem foi
buscar o que tinha de buscar.
Seguiram viagem em direção a Este, mas não
sabiam que o rival do aventureiro os seguia.
Já anoitecia e os três homens pararam para
comer num restaurante. À saída, encontraram o seu rival e começou uma luta pelo
mapa. Ele saiu vitorioso. O aventureiro ficou gravemente ferido e levaram-no
para o hospital.
Um tempo depois, seguiram viagem porque,
quando foram à casa do homem, ele tirou
uma fotografia ao mapa.
No fim da viagem, chegaram a uma estalagem,
mas os seus rivais já estavam lá e começou uma luta pelo tesouro, só que desta
vez o aventureiro ganhou. Dividiram o tesouro e cada um seguiu a sua vida cheia
de aventuras.
Luís Ferreira, 7.º C
“O templo”
Num dia de sol comum, estava um marinheiro
numa estalagem quando ouviu uns guardas a falar :
-Já é o terceiro
desaparecimento esta semana. Não sei o que fazer!
-Teremos de mandar
alguém procurá-los. Acho que são piratas.
-Ou, em vez disso,
damos um prémio a quem resgatar os pobres coitados que foram raptados.
-Boa ideia! Vamos
anunciar o desaparecimento e o prémio.
Acabando de ouvir a conversa, adiantou-se,
contactou amigos e marinheiros e fez-se ao mar.
Parou numas quantas ilhas para saber para
onde fora o barco. A única coisa que descobriu foi que era castanho escuro e
que tinha velas grandes. Só quando parou numa pequena ilha é que viu um
marinheiro muito velho. Pensou que tivesse conhecimento sobre o mar. Por isso,
perguntou:
-Sabe onde posso
encontrar os piratas que têm raptado pessoas ?
-Não, mas sei quem
te pode informar.- respondeu o velho.
-Quem?-perguntou o
marinheiro.
-Existe um templo
com desafios perigosos e lá dentro um mago capaz de resolver qualquer pergunta.
Toma o mapa e faz-te ao mar!
-Obrigado! Já agora
como é que te chamas?
-Mark.
Chegaram à ilha, enfrentaram vários
desafios, até que encontraram um mago. O marinheiro perguntou:
-Onde estão os
piratas que têm raptado pessoas ?
-Estão mesmo atrás
de ti.- respondeu-lhe.
Começou uma batalha quase sem fim. Com a
vitória dos marinheiros, as pessoas raptadas voltaram para junto das suas
famílias.
Quanto ao marinheiro, foi homenageado e
premiado por ter resgatado todas as
pessoas raptadas.
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