sábado, 13 de maio de 2017

RESPEITEM os jogos, os concursos e até os videoclipes


Na minha opinião, a leitura é importante para os jovens terem mais sabedoria, cultura, escreverem com correção ortográfica… Contudo,  acho um aborrecimento porque há meios de leitura mais divertidos, como os jogos, os concursos e até os videoclipes de músicas que normalmente são em inglês.

De que serve argumentar e defender que os jogos também são importantes como os livros se isso não vai mudar nada? Ninguém percebe que “leitura” pode não ser só a partir de livros, mas toda a gente percebe que os livros são uma maneira de passar o tempo.

Acho que os livros fazem bem às pessoas; que as ajudam na escola e no dia-a-dia; que, por vezes, nos ensinam palavras novas. Porém, isto tudo que acabei de dizer é um aborrecimento.  E como é que se é feliz com uma vida só de aborrecimento?

Eu sei que há miúdos a quem chamam “nerds” porque, ou estão sempre a estudar, ou não fazem nada senão ler. Se é esse o caminho que eles querem seguir, eu não me importo, mas uma coisa é certa: sem diversão, não há pessoas felizes.

Surgem então os jogos, que toda a gente adulta diz que são o pior inimigo das crianças, porque as tornam viciadas, mas, bem lá no fundo, sabem que os jogos fazem feliz uma criança, embora não o consigam admitir. Eu respeito os livros e toda a gente que os apoia, mas, por amor de Deus, de uma vez por todas, RESPEITEM os jogos, os concursos e até os videoclipes porque estes também merecem respeito de todos nós e nunca fizeram mal a ninguém.



Alexandre Bernardo, 7.º C


A Leitura




   Na minha opinião, a  leitura é muito importante

   Hoje em dia, os jovens já não dão tanta importância à leitura, que lhes dá sabedoria e cultura.

   Os jogos fazem mal aos jovens, mas eles também têm a sua leitura, que não é igual à dos livros, mas, que, por vezes, está em línguas estrangeiras, o que pode ser benéfico. As pessoas mais idosas não acham isso  e estão no seu direito porque a opinião é livre, mas, aos poucos, algumas já vão percebendo isso.

   Temos que valorizar que percebam que os jovens leem, mas de maneira diferente.

   Agora, falando de livros, podemos encontrá-los nas  bibliotecas, nas livrarias, em muitos sítios, mas, como hoje em dia temos as novas tecnologias, as pessoas começam a ler os livros pelos dispositivos, o que, por vezes, compensa.

Hoje em dia, as crianças e jovens conseguem melhorar a sua leitura vendo vídeos ou até filmes com legendas ou em outras línguas.

Muitas vezes, utilizando a tecnologia, conseguimos melhorar a leitura, a sabedoria e muito mais, mas a desvantagem é que, como já referi, faz mal estar consequentemente a olhar para um ecrã.

   A leitura é como a vida. Tem várias fases; precisamos é de compreendê-las para sermos melhores leitores.

   Leiam, que é importante e dá sabedoria!



Francisco Prieto,7.ºC

Vão! Leiam! Aprendam!





  Na minha opinião, a leitura é importante, pois, quando estamos sozinhos, um livro faz-nos companhia.
  Sem dúvida que sim! Por exemplo, há pessoas que quando estão sozinhas ou em hospitais e têm dificuldades em fazer certas coisas, podem sempre optar pela leitura, porque, lendo, ficam com tantas capacidades como qualquer um.
  A leitura faz-nos imaginar os mais diversos cenários. É como se fosse tudo real e nós entrássemos dentro da história.
  Há pessoas que preferem ficar sentadas em frente de um pc ou usar telemóveis, tablets, computadores… Quem não gosta? Mas há mais para fazer.... Até eu não costumo ler muito, mas reconheço que devia ler mais. Devíamos todos!
  Ainda por cima, existem todo o género de livros … de aventura, de comédia, de história, sobre natureza, sobre o oceano, histórias infantis… Perceberam a ideia! Por isso, há muito por onde escolher e apreciar.
  Enfim, já imaginaram o que se pode aprender e imaginar por causa de um conjunto de palavras? Um livro é como um amigo, pois nunca te abandona; é como um professor, pois pode ensinar-te tanta coisa… Por isso, do que é que estão à espera? Vão! Leiam! Aprendam!
 

Luís Ferreira, 7.º C

Ler é importante!






Na minha opinião, a leitura é importante.



A leitura é um passatempo mais interessante do que jogar jogos, por exemplo.



Hoje em dia, a maior parte das crianças passam tardes a jogar jogos no computador ou no telemóvel.



Provavelmente, os jovens, depois de estudar, devem preferir jogar videogames em vez de ler um livro, o que leva as crianças, no Natal e no aniversário, a pedirem um jogo em vez de um livro.



Ler é importante porquê? Porque aprendemos sempre algo. Todos nós já aprendemos algo num livro ou até num texto do manual da escola. Além disso, é um passatempo mais saudável, pois lemos histórias em vez de ficar a prejudicar os nossos olhos à frente de um monitor.



A leitura é essencial e, pessoalmente, eu gosto muito de ler.

Ao ler um livro, nós viajamos para vários sítios sem sair do lugar. E melhor que isso é poder ler o livro de que mais gostamos, da maneira que mais gostamos, seja uma coleção ou um livro só, tenha ilustrações ou não, seja uma história de fantasia ou verídica, seja de aventura ou de ficção-científica...



Em suma, ler é importante para a aprendizagem e para enriquecer o nosso vocabulário, sempre.







Luísa Gaspar, 7.º C

"A leitura”




  Eu acho que todos se deviam lembrar de que existem livros por alguma razão, porque, efetivamente,  são interessantes.

 Hoje em dia, as pessoas (principalmente jovens) não se lembram de ler um livro para se entreter; lembram-se de jogar ”playstation”, tablets ou telemóvel, de ver televisão…; lembram-se de tudo, menos de ler!

  Sem dúvida que já se sentaram a ler, mas vou perguntar-vos: ”Alguma vez foi por vontade vossa?!”.

  Os livros existem porque são importantes; dão-vos saber e vocabulário.  

  Existem inúmeros tipos de livros por onde escolher, como por exemplo os de fantasia, os de mistério, histórias verídicas...É só pegar num e ler. Vão ver que se vão divertir!

  Ler não é só entretenimento; é aprender e é interessante!

  Abdiquem de uma parte do vosso tempo e comecem a ler e, depois, espalhem esta mensagem!

   Não se leem só livros; também existem jornais, que vos informam do dia a dia; revistas sobre moda, legos, filmes, personagens...Basta escolherem  o que querem ler!

    Por todas estas razões, leiam! Não é difícil! É só divertido!



Pedro Ferreira, 7.º C




História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda

Caros alunos,

Este é o link para acederem à informação sobre a obra em estudo.


http://bit.ly/2pvnvqg

Leiam com atenção,  resumam e retenham a informação mais importante.

Bom trabalho!

MF

terça-feira, 14 de março de 2017

“Ler VS. Jogar”




   Na atualidade tem existido,  cada vez mais, na minha opinião, uma guerra entre a literatura e os jogos.

   Todos os anos, o número de crianças e adultos que preferem jogar a ler tem vindo a aumentar.

   Hoje em dia, já não se vê crianças pedindo livros como prendas. Ou pedem um jogo que saiu há pouco tempo ou a nova consola porque a deles, apesar de ser uma versão abaixo da nova, já está desatualizada.

   Os jogos cada vez mais afetam os estudos, porque as crianças chegam a casa e só pensam neles e em irem jogá-los. E o pior de tudo, pior do que os jogos, são aqueles pais que não se preocupam com as notas dos filhos. Em de vez disso, preferem dar-lhes tudo o que eles pedem …

   Todos os dias passam na rua várias pessoas e podemos observar que são muitos os que não largam o monitor do telemóvel.

   Nos dias de hoje, até já inventaram uns óculos que levam as pessoas para o mundo dos jogos, os famosos óculos VR, que, colocados à nossa frente, deixamos de saber o que se passa à nossa volta. Dessa forma, jogamos em primeira pessoa dentro do jogo.

   Em suma, o mundo dos jogos tem obtido um número crescente de apoiantes, pelo que este império tem vindo a crescer cada vez mais, em detrimento do gosto pela leitura.

Afonso Isidro














quinta-feira, 9 de março de 2017

microESCRITORES

No powerpoint que podes visualizar, encontras diversas imagens alusivas ao livro e à leitura.
Proponho-te que imagines uma dessas imagens como fazendo parte de um anúncio publicitário e que elabores o texto argumentativo, descritivo e o slogan que lhe poderias associar como se fosse um anúncio publicitário.
http://bit.ly/2mhXCHd

sexta-feira, 3 de março de 2017

O abandono de animais






  Na minha opinião, não deviam existir pessoas que abandonam os animais, porque estes são como melhores amigos que ficam sempre ao nosso lado quando estamos tristes.

  Infelizmente, ainda há pessoas que os abandonam, porque não gostam deles e, às vezes, até os maltratam.

  Sinceramente, acho que quando as pessoas adotam os animais é porque gostam deles. Contudo, há pessoas que adotam à toa e nem lhes dão o mínimo de atenção  nem carinho. Abandonam-nos, simplesmente, porque estão fartos.

  Felizmente, porém, há quem defenda os animais e até os acolha em suas casas. Essas são boas pessoas.

  O abandono de animais é uma realidade e o que podemos fazer é ajudar os que estão nas ruas com frio e sem comer.

   O cão ou o gato, mesmo que façam asneiras na nossa casa, podemos pô-los de castigo, mas abandoná-los não porque farão sempre parte da nossa família.

  Pelo que afirmei no início do texto, os animais são os nossos melhores amigos. Temos que protegê-los de pessoas más que não os tratam como deve ser.



Alexandre Silva

O bullying




O "bullying" é uma realidade e nós temos que agir.

Para muitas pessoas, é uma situação indiferente. De facto , não é! Eu sei porque fui uma vítima e sei que as crianças não devem ter que ter que aguentar com esta situação . Uma simples criança é uma pessoa indefesa e quando os agressores são vários, porque esta situação costuma fazer-se em grupo, as crianças ficam com medo e não contam a nínguém. Além disso, são ameaçadas porque o "bullying" pode ser verbal, físico ou mesmo "cyberbullying", que é pela internet.

As pessoas agredidas, como eu, ficam com uma marca para a vida, pois, durante aquela altura, foram insultadas, agredidas e algumas, quando se aborrecem, ficam com raiva e até se tentam suicidar.

Em alguns países, como a América, há muitas escolas onde isto acontece.

Na minha opinião, os agressores deviam ser castigados pelos seus atos porque não têm o direito de insultar ninguém.

A melhor maneira de acabar com o "bullying" é andarmos com outras pessoas que sejam nossas amigas e que nos defendam dos agressores; falar com alguém mais velho que nos ajude a resolver essa situação; e não voltarmos aos lugares onde fomos agredidos.

Para finalizar, reafirmo que o "bullying" é, de facto, uma situação muito má e só nós podemos mudar isso, acabando com esta situação de vez.

Se não ajudarmos, haverá mais vítimas de "bullying" Temos que agir!



Francisco Prieto

O ABANDONO DOS ANIMAIS É UMA REALIDADE








Em relação ao abandono dos animais, acho que é horrível porque os animais têm que ter afeto, carinho e, o mais importante,  amor.

Também têm direito a terem uma vida como a dos humanos e só porque algumas pessoas não gostam de animais não quer dizer que os tenham de matar, ferir, agredir nem abandonar!

Infelizmente, esta situação acontece atualmente.

Sabiam que o abandono de animais pode dar pena de prisão? Vai de um ano a uma multa de cento e vinte dias.

Se não querem que isso vos aconteça, não abandonem os animais e não os magoem.

Eu não os magoo porque gosto muito deles e nós precisamos da sua ajuda.

As pessoas abandonam os animais porque não devem ter condições suficientes para tratar deles, acho.

Na minha opinião, essas pessoas são cobardes e não devem ter coração.

O abandono de animais acontece mais no verão porque os donos vão de férias e não têm onde os deixar e por isso optam por abandoná-los.

Os donos devem cuidar bem dos animais porque senão estes morrem e eles podem ser presos.

Creio que os animais têm que viver porque são como os seres humanos. Se nós podemos viver porque é que eles não hão de poder?



Mafalda Teles

Para os jovens, as redes sociais podem ser um perigo.






Na minha opinião, as redes sociais têm alguns perigos.

Elas, hoje em dia, são muito utilizadas, especialmente pelos adolescentes.

A meu ver, estes, muitas vezes, preferem estar nas redes a estudar.

Com a evolução das tecnologias, têm sido cada vez mais utilizadas.

Não me parece que estas sejam prejudiciais. Para quem não as utiliza até pode pensar que são “monstros maléficos” que arrastam meninos e meninas indefesos para onde não devem, especialmente o” facebook”, que é uma das redes sociais mais utilizadas mundialmente, com quase dois milhões de utilizadores.

Estas redes sociais têm partes boas e más. Se por um lado, podemos falar com os nossos amigos, partilhar fotos com quem queremos e assim podemos saber como estão os nossos amigos e familiares que moram longe; por outro, as pessoas que não conhecemos podem pedir-nos amizade e, muitas vezes, aceitamos e podem ser pedófilos ou alguém que nos quer fazer mal.

Por todas estas razões, é que eu acho que temos de ter cuidado com as redes sociais.



                                                            Beatriz Sousa  

O bullying




O “bullying” é uma realidade cruel que afeta alguns jovens em idade escolar, vítimas indefesas.
Infelizmente, é verdade e tem vindo a crescer esse cruel hábito  que deve ser travado, porque quem o pratica é, a meu ver, cruel, insensível e não tem mais nada que fazer, além de agredir alguém, seja verbal, seja fisicamente.
Vocês aí que magoam as pessoas, já pensaram em colocar-se no lugar das pessoas agredidas, magoadas e inofensivas, as que não querem causar qualquer problema e mesmo assim são magoadas? Já pensaram?!
Os agressores muitas das vezes nem se apercebem de que estão a fazer, pois, para eles, pode ser só uma brincadeira, mas, para os agredidos, é uma autêntica tortura.
Não tem piada uma pessoa maior do que outra ou várias pessoas gozarem injustamente com alguém indefeso! Não tem piada mesmo!
O “bullying” não acontece só na escola com os adolescentes; pode atingir qualquer idade ou sexo.
Sugiro que quem o pratica pare de vez porque, mais cedo ou mais tarde, alguém com uma certa autoridade vai descobrir. A quem sofre o “bullying” aconselho a contarem a alguém em quem confiem ou a um adulto. Não guardem para vocês!
Em suma, creio que não vale a pena arranjar confusão de um momento para o outro só por diversão ou por qualquer outro motivo, pois isso vai acabar por atingir todos os que se envolvem no conflito.

  Luís Ferreira

«As palavras podem magoar»

Eu acho que o «bullying» é uma forma de passar o tempo praticada por algumas pessoas pois, ao mínimo insulto, o mais pequeno que seja, podem magoar alguém, o que é lamentável.

   Detesto os que o praticam! Sabem porquê? Porque essas pessoas não sabem que estão a magoar alguém, não só com murros e pontapés, mas também verbalmente. Até acho que  magoam mais, neste caso, porque quem usa as palavras não sabe que está a«brincar com a arma mais poderosa do universo».

   Não é só com facas,  pistolas e outras armas que se agride, mas também com ameaças, insultos..., como por exemplo «Vou matar-te», «se não fazes o que digo, vai haver consequências» e outras ameaças semelhantes.

   As palavras podem ser muito perigosas, pois podem lembrar memórias más ou boas e quem pratica «bullying» usa-as contra as vítimas, chantageando, gozando, relembrando...

   Porém, se começamos o «bullying», somos obrigados acabá-lo. Ficamos a saber como resolvê-lo. Porém, se não o soubermos fazer, não podemos ficar parados; devemos pedir ajuda aos pais, aos professores, funcionários ou outras pessoas que já tenham passado pelo mesmo e nos possam ajudar.

   Para mim, o «bullying» é um ato praticado por alguém desesperado e que quer que as outras pessoas fiquem mais desesperadas e tristes do que elas, magoando-as!



Pedro Ferreira

«Bullying»




O «Bullying» é uma realidade cruel que afeta alguns jovens em idade escolar, vítimas indefesas.

Infelizmente, esta situação prejudica imensos jovens e, na minha opinião, não é bom, pois magoa tanto por dentro como por fora.

Alguém gosta de ser vítima de «bullying»? Ninguém gosta!

Este ato baixa a autoestima das pessoas e estas ligam muito ao que os outros dizem e pensam.

Eu penso que os «bullies» não sabem como as pessoas se sentem sendo todos os dias vítimas deste tipo de situação cruel..

Visto que ser vítima não é bom, deve fazer-se queixa. Para isso, existem imendos «sites» e instituições que ajudam e também se pode pedir ajuda a um adulto.

Ser vítima de «bullying» faz com que as pessoas mudem e fiquem menos seguras de si.

Nós não devemos praticar «bullying» contra ninguém porque também não gostaríamos que nos fizessem o mesmo.

Penso que os amigos das vítimas podem ajudá-los e fazer queixa do ou dos «bullies».

Parece-me que esta atitude é feita contra pessoas mais frágeis e sensíveis.

Para mim, esta situação não é boa e deve-se evitá-la. Parece-me que, juntos, vítimas, pais, professores, instituições, podemos acabar com este ato violento.



Luísa Gaspar

Os jovens e as redes sociais

Na minha opinião, as redes sociais são muito boas para todos porque pessoas que estão muito longe umas das outras podem falar e até verem-se, por exemplo via Skype.

Há pessoas que dizem que os jovens não devem ter redes sociais, pois é perigoso. Sim, é perigoso, mas só é se os pais não ensinarem aos filhos que não se deve falar com estranhos.

Muitos raptos que têm acontecido devem-se também aos pais, que não têm a preocupação de ver com quem os filhos falam.

Sim! Os jovens a partir dos treze anos já deviam saber que não se deve aceitar pedidos de amizade de pessoas desconhecidas, mas isso não desculpa os pais, que, de vez em quando, devem ser chamados à atenção.

Mas nem todos os jovens são “burrinhos” para aceitarem pedidos de amizade de desconhecidos. Aliás, esses que sabem que não o devem fazer também podem ir avisando os amigos ou colegas na escola com campanhas.

As redes sociais também são boas para jovens porque, às vezes, dá jeito para fazerem trabalhos de grupo, pois assim não têm de estar em casa uns dos outros.

Por isso, na minha opinião, as redes sociais são muito boas desde que sejam usadas em segurança.


Beatriz Gonçalves

   Entre ler e jogar, os jovens costumam optar por jogar


                                 

Na minha opinião, os jogos são melhores que um livro.

Cada vez mais, verifica-se que jovens preferem jogar a ler um livro.

A verdade é que, hoje em dia, o nosso mundo está cada vez mais dependente da tecnologia.

Antigamente, quando não existiam computadores, tablets  nem telefones, as pessoas substituíam esses aparelhos por livros.

Os livros são mecanismos de desenvolvimento da imaginação, enquanto hoje em dia os jovens estão habituados à imaginação virtual.

Um jogo é muito divertido porque tem objetos, personagens… que se podem mover enquanto um livro não se move absolutamente nada.

Quando se começa a jogar a jogar, entra-se num mundo virtual cheio de obstáculos. O problema é que há jovens que acabam por se perder nesse mundo virtual devido a gostarem tanto do seu jogo.

Um livro não é tão perigoso e até é um objeto bem interessante quando se gosta de ler, mas cada vez mais, as crianças gostam menos de gastar o seu tempo livre para ler um livro.

Devido a estes aspetos, existem muitos jovens que preferem jogar a ler um livro.



Diogo Freire

O abandono dos animais






Os animais ( cães, gatos, pássaros), para mim, têm todos sentimentos e é muito triste quando damos um passeio e encontramos um abandonado.

Eu acho que temos de agir, porque o número de cães abandonados, por exemplo, o ano passado rebentou a escala.

Sinceramente, penso que é desagradável quando alguém quer muito um animal e depois o abandona. Eles precisam de amor, de afeto.

Um dia, vi um vídeo sobre esse mesmo assunto e achei triste. Por isso, apoio a castração dos cães. Um animal pode ser muito mal comportado, mas, se o castrarmos, para além de se acalmar, permite que os seus filhos não saiam ao pai. Podemos, assim, evitar o abandono e isto é só uma solução.

Também podemos mandar treinar o animal embora isso seja um processo mais caro. Acredito que o melhor em todos os sentidos é mandar castrar o animal.

Quando o dono for de férias, deve mandar alguém tomar conta do cão ou pô-lo num hotel/canil, nunca deixá-lo em casa ao calor/frio e sem ninguém para brincar.

Por isso, pensem bem antes de adotar um animal, pois abandoná-lo não é opção.



Carolina Fernandes

“ Bullying”


                                

Eu penso que, hoje em dia, o “bullying” se tornou uma prática imatura, de maneira que origina vítimas inocentes.

Muita gente sofre de maus tratos resultantes do “bullying”.

Acho que as pessoas que os praticam, antes de agir, deviam pensar: “E se acontecesse o mesmo comigo”.

É realmente um caso que nos afeta a todos e revela um grande exemplo de imaturidade e má educação.

Por vezes, os pais podem nem tomar conhecimento do que se está a passar à sua volta.

Até pela internet se sofre “bullying” (“cyberbullying”).

O “bullying” é realmente um ato muito perigoso podendo até ser efetuado a milhares de quilómetros de distância e, por isso, as pessoas em volta desses acontecimentos devem sempre ter cuidado e alertar alguém.

Caso se trate de um caso grave, um agressor a partir dos 16 anos pode ter uma pena que pode ir até aos quatro anos de prisão. Caso contrário, pode ter de prestar serviço comunitário.

Os “ bullyiers” não passam de jovens covardes que andam para aí a destruir vidas de jovens e  crianças indefesas.

Enfim, o “bullying” é um caso muito grave e ao qual toda a gente tem de prestar atenção.



Tiago Martins

Os jovens ,os jogos e a leitura...




 Os jovens de hoje preferem jogar a ler.

 Jogar impede que saiam das suas casas para ir ter com os amigos, por exemplo. Quando saem, o que é raro, levam sempre o telemóvel atrás.

A leitura é um passatempo de que só alguns jovens gostam porque, agora, é associado à escola e muitos não gostam.

Hoje, pelo menos, a maior parte dos jovens joga aqueles joguinhos violentos, como o “call of dutty” e “Kill zone”. Isso deixa as pessoas mais agressivas, reativas e respondendo mal a toda a gente.

Porque é que os jovens preferem jogar a ler?

Porque, na nossa cabeça, os jogos são mais divertidos do que ler. Os jovens não gostam de ler porque torna-se aborrecido.

Quando uma pessoa tem um filme adaptado de um livro, aquele pode não ser tão detalhado como o livro, mas assimila-se o mais importante e é divertido.

Em conclusão, acho que os jovens gostam mais de jogar do que ler,  uma  vez que para é mais divertido.



Fábio Sequeira

A escola é importante




Eu vou falar sobre a escola ser importante ou não. Na minha opinião, tem os seus pontos positivos e negativos.

Pontos negativos: o horário dos alunos é muito grande e eles têm muitos livros na mochila. Em contrapartida, também conseguimos aprender várias disciplinas na escola algumas que provavelmente  nos serão  úteis no futuro, como saber várias línguas e aprender a ler, a contar e escrever e muito mais utilidades.

Na minha opinião, a escola é importante. Ela ajuda-nos a tornarmo-nos um pouco mais independentes; também a conhecer várias tecnologias e locais, visitas de estudo; e faz-

-nos conhecer novos amigos sem precisarmos da internet.

Daqui para a frente, muitos jovens, quando forem adultos, irão perceber porque a escola é importante.

E mesmo para quem não acredita no que eu digo ou quer desistir da escola, não desistam porque ela acaba rápido e, por mais estúpido que pareça, vamos sentir saudades dos amigos e dos professores, por mais aborrecidos que pensemos que sejam.



Pedro Cardoso

A escola é importante

“A escola é importante?”

É uma pergunta que sempre oiço das bocas das crianças. Também a nossa mãe ou os nossos familiares, ocasionalmente, dizem: ” Quem me dera ainda estar na escola!”

Às vezes, pergunto-me porquê. Trabalhar parece ser tão “fixe”.

Agora, pensando bem, claro que a escola é importante. Com ela, vamos fazer o nosso futuro, para depois termos uma boa vida.

Vamos pensar! Voltem ao passado e vejam como a vossa seria sem a escola: não leriam, não escreveriam e não teriam amigos. Imaginam-se sem os vossos amigos?! Eu não!

A escola pode ser privada, mas também pode ser pública. Não vejo diferença entre pública e privada. Melhor! Do meu ponto de vista, até prefiro a pública.

A escola é bastante importante! Sem ela seríamos analfabetos.

Creio que os pais e os filhos ficam contentes quando veem as boas notas.

Em resumo, creio que a escola é muito importante. Sem ela não estaria a escrever este texto, por exemplo.

Sara Faria

As redes sociais e os jovens


"Para os jovens, as redes sociais podem representar perigo"

Na minha opinião, as redes sociais podem ser perigosas, pois podem mesmo chegar a um certo ponto que exercem a violência. Por outro lado, podem ser muito úteis.

As suas vantagens são, por exemplo, falar com a família que está longe, saber informações de outras pessoas, trabalhar, pesquisar ...

Como muita gente sabe, há que ter cuidado com o que publicamos na Internet.

Mas será que toda a gente tem cuidado?

É claro que não! Muitas pessoas não ligam à sua perigosidade. Aceitam, mesmo assim, pedidos de amizade de desconhecidos, o que pode levar à pedofilia, mesmo que a vítima não queira.

A rede social mais popular é o facebook, pois consegue-se comunicar com a familia e publicar fotos.

A meu ver, esta rede tem muitas utilidades, mas já é utilizada por crianças mesmo com idade inferior à prevista por lei, o que pode ser perigoso.

Como já foi dito, as pessoas têm de ter cuidado com aquilo que fazem na Internet, uma vez que já houve muitos casos de pessoas violadas, por exemplo.  Porém, também podem recorrer às redes sociais para trabalhar.

Em suma, as redes sociais apresentam perigos, mas também vantagens.

Lara Rodrigues

sábado, 14 de janeiro de 2017

O jovem feiticeiro






Era uma vez um jovem de dezassete anos, chamado Tiago. Ele era uma excelente pessoa, sempre alegre e pronto a ajudar os outros. Toda a gente o adorava.

Um dia, ia a passear na rua e avistou um velhote a pedir auxílio. Foi logo correr para ajudar.

Quando chegou perto dele, não teve tempo para nada... O velhote, afinal, era um feiticeiro mau que lhe lançou um feitiço...

Roubou-lhe a juventude. A partir daquele momento, Tiago passou a ser velho, com pouco tempo de vida, sem energia.

O feiticeiro, chamado Master, ficou às gargalhadas antes de desaparecer e disse:

-Agora, vou ser jovem e tu tens apenas quarenta e oito horas de vida!

Este bruxo fazia isto aos jovens para ficar novo...

Tiago ficou desesperado porque não queria morrer. Foi com dificuldade para a biblioteca perto de casa fazer pesquisa em livros de feitiçaria.

Estava quase a desistir, porque não encontrava nada para ajudar...

Quando ia embora, apareceu uma jovem bonita que se apresentou e disse-lhe que o ajudava.Tiago ganhou logo esperança.

Chamava-se Inês e também era feiticeira, mas do bem e disse-lhe:

-Não sou tão poderosa quanto o Master, mas se nós nos unirmos conseguimos derrotá-lo!

Bastaria juntar o poder da Inês à bondade do Tiago. Ele ficou feliz, mas com algum receio de não conseguirem.

E a Inês disse:

- O feiticeiro deve estar na floresta, perto da cidade, mas temos de partir de imediato. Tiago seguiu caminho com muita dificuldade, sempre apoiado pela feiticeira.

A ideia era que, quando o vissem, dessem as mãos e dissessem a seguinte frase: ”feiticeiro Master, devolve o que roubaste! Devolve a juventude que não é tua!”.

E assim foi. Avistaram o Master, que logo os tentou matar com os seus poderes. Eles conseguiram desviar-se no último segundo, mas Tiago ainda foi ferido no braço. Pensaram que era então ou nunca e gritaram a frase mágica.

Assim que acabaram de proferi-la, o feiticeiro caiu no chão e saiu do seu corpo uma luz de energia que entrou no jovem Tiago, devolvendo-lhe a sua juventude.

No sítio onde Master estava, apenas sobrou pó. Ele não ia fazer mal a mais ninguém!

Respiraram de alívio e Inês informou Tiago que ele também era um feiticeiro do bem tal como ela e que iria ganhar os seus poderes aos dezoito anos.

Tiago ficou muito supreso e a jovem feiticeira disse-lhe que iria ensinar-lhe tudo.

O jovem voltou a ser alegre como sempre e ainda mais feliz por saber que tinha ganhado uma amiga e que iria ter poderes para ajudar os outros.





Gonçalo Bispo, 7.ºC

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

“A Aventura”






   Um príncipe vivia num reino muito bonito que tinha flores de diferentes cores, um reino que ficava no ponto mais ocidental do planeta. Todas as pessoas que lá viviam eram felizes.

  O príncipe era muito alto, forte e tinha o cabelo e os olhos castanhos. Existia um objeto que tinha exatamente o nome do príncipe, João, e simbolizava o seu nascimento. Era um amuleto.

  A cidade estava toda destruída. O responsável por isto fora um gigante. Chamavam-lhe o gigante de um olho.

  Um amigo do príncipe João, chamado Armindo, encontrou-o e disse:

 - João, temos que recuperar o nosso amuleto!

E o príncipe respondeu:

 - Pois temos! Pega nas espadas e vamos atrás dele!

E assim foi. João e Armindo partiram para a aventura. Eles travaram várias batalhas que tinham que ganhar.

  Primeiro, foi contra os duendes; depois, contra um vampiro.

Conseguiram ganhar todos os combates.

  Na viagem (quase na gruta do gigante), houve alguém que raptou o companheiro de João. O príncipe ficou em pânico e chamou pelo amigo:

- Armindo, onde estás!

Não houve resposta. Então, João, muito triste, teve que continuar sozinho na sua aventura.

O gigante disse:

- Tu vais ser o meu jantar! Ah, Ah!

- Isso é o que nós vamos ver! – respondeu o herói.

Começou a luta. João estava a dominar bem o monstro, mas, quando este o agarrou pela mão, atirou-o à parede. O herói estava ferido e em perigo de vida. Quando ia acabar com ele, Armindo apareceu e cortou a cabeça à criatura.

- O que aconteceu? Pensava que tinhas morrido!

- Não, João, fui só raptado pelos gnomos assassinos.

João e Armindo recuperaram o amuleto.

  Porém, quando iam a sair da gruta, todos os inimigos dos duelos anteriores apareceram. Eram aliados do gigante. Graças ao objeto, eles foram salvos, pois o amuleto tinha o poder mágico de derrotar todos os inimigos que existiam na Terra.

  João e Armindo chegaram ao seu reino e foram felizes para sempre.    



João Barreto

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

"A história de Alberto Otávio Carrasco"






Em 2014, um soldado foi em guerra contra a Síria, Chamava-se Alberto Carrasco e não fazia nada da vida senão jogar jogos de computador. Aos 21 anos de idade, estava no 8º ano por ser tão viciado. Também já tinha roubado carteiras a velhinhas, mas nunca fora apanhado.

 Certo dia, ficou gravemente doente e a doença só tinha uma cura que estava no Egito.

Em plena guerra na Síria, tinha opção de ficar na guerra e esperar com o risco de morrer ou tinha a opção de ele próprio ir ao Egito. Para isso, porém,  precisava dum veículo para se deslocar. Pensou, pensou, pensou e disse em voz baixa para ele mesmo: "Uma vez ladrão, sempre ladrão."

Essa frase ficou na cabeça dele e decidiu roubar o carro que conduzia na guerra e fugir daquele sítio.

A meio do caminho, parou porque estava – se a sentir maldisposto. Vomitou e lá continuou a viagem. Depois de muitos quilómetros, chegou e foi logo pedir o remédio. Só que, para obter o remédio,  havia condições: tinha que derrotar o seu eterno rival “Fiambre”.

Mal tinha forças tinha para andar, quanto mais para lutar. Apesar disso, reuniu forças e  lá foi ele.

-AUGGGGHHHH AUUUUUUU NAOOOOOOOOO!!

Saiu do duelo com um olho negro, com o pé torcido e, o melhor, esqueceu-se do que eram jogos de computador. Entretanto, recebeu uma chamada do telemóvel descartável a dizer que o remédio tinha chegado à Europa e que podia voltar para Portugal.

Mas era bom demais para ser verdade! Os “ fiambreiros”, soldados do Fiambre vinham atrás dele porque Alberto tinha partido uma unha a Fiambre e convocou todos os soldados para virem atrás dele.

Cheio de medo, deu a maior corrida da vida dele. Mesmo assim, não os afastava porque eles treinavam atletismo. A partir daí, nunca mais se viu Alberto Otávio Carrasco soldado português.



Alexandre Bernardo, 7.º C

 "A dívida mal paga"


                                                       

Era uma vez um jovem chamado Daniel, que era alto e magro, tinha cabelo castanho e vivia num país muito distante. Trabalhava numa feira, situada num bairro de gangsters.

Um dia, foi ter com a sua namorada Joana, que estava prestes a acabar com ele. Ela corria perigo, por isso é que queria acabar com ele.

- Joana, quem é que te quer fazer mal?

Ela não respondeu e foi-se embora. Daniel ficou a pensar em quem lhe poderia estar a fazer mal.

Então, decidiu segui-la, mas, quando olhou para trás, viu quatro gangsters a enfiá-la numa carrinha. Daniel foi atrás...A carrinha parou e ele  observou que o refúgio dos vilões  ficava numa barraca, no meio de uma mata, perto da cidade.

Assim que os gangsters e a rapariga entraram na barraca, Daniel meteu-se numa conduta que ia dar à sala onde estava todo o bando.

A rapariga apareceu na sala, acompanhada por um homem muito alto, armado que lhe perguntou pelo seu dinheiro.

Ela disse que não o tinha. O homem, sobressaltado, com a testa prestes a explodir de raiva, disparou na cabeça de um dos seus ajudantes. Assustada, a rapariga disse que ele voltaria a ter o seu dinheiro dali a uma semana.

O homem deixou-a sair, mas disse-lhe que, se ela não lhe trouxesse o dinheiro, morreria.

Assustada, foi para uma praia pensar no que faria da sua vida.

Entretanto, Daniel foi ter com ela e perguntou o que aqueles homens pretendiam e ela contou-lhe tudo. Disse que havia dois anos que o seu pai fora o grande fundador de uma empresa mundialmente famosa, até que um dia foi a um casino e, como nesse dia não tinha dinheiro para as apostas, os gangsters  mataram-no  e ele ficou a dever-lhes 24 milhões de euros.

Daniel pensou num plano: ir para uma ilha exótica só com o chefe dos gangsters para lhe fazer o pagamento.

Contudo, quando o homem abriu a pasta para confirmar se estava lá todo o dinheiro, viu que aquilo eram duas bombas adesivas prestes a explodir. Tirou rapidamente uma pistola do bolso, disparou na perna de Daniel, que ficou ferido. Este, quando a bala lhe passou pela perna, bateu no dispositivo que acionava a bomba.

 Depois de tudo aquilo, Daniel foi rapidamente levado para o hospital, onde o médico  disse que ele iria sobreviver, mas demoraria dois meses a recuperar.

Foi assim que Daniel e Joana ficaram sem dever um cêntimo a mais ninguém.



Diogo Freire, 7.º C

"A princesa"






Era uma vez dois irmãos. Um deles era o mais velho e chamava-se João, era alto e tinha cabelo preto. O outro irmão era mais novo e chamava-se Miguel. Este era um pouco baixo.

Eles eram muito competitivos e tinham um sonho: serem muito conhecidos por toda a sua vila. Houve um dia em que descobriram que uma princesa fora raptada por um feiticeiro. Quiseram ir atrás dela para salvá-la. Atravessaram vários obstáculos, como monstros controladas pelo feiticeiro.

Mais tarde, eles encontraram um portal que dava para outra dimensão onde estava a princesa. Antes de entrarem, tinham que lutar contra o feiticeiro. Este lançou uma feitiço contra Miguel que ficou a ser controlado por ele.

Os dois irmãos tiveram que lutar um contra o outro, mas João conseguiu ganhar, derrotou o feiticeiro e salvou a princesa.



Pedro Cardoso, 7.º C

"O Anel Mágico"






 Há muito tempo, um corajoso príncipe, com a sua espada brilhante e olhos e cabelos castanhos partiu numa missão.

O pai de Carlos todo poderoso, disse:

-Meu filho, irás numa missão para encontrares um anel mágico.

Se o encontrares, poderás ficar com ele.

  Depois do que o seu pai lhe dissera, o jovem príncipe meteu-se a cavalo em busca do anel.

  Após cavalgar algum tempo, um pequeno grupo de ladrões que andava por lá e ouviu preparou uma armadilha.

  Passado algum tempo, Carlos parou para descansar:

-Estou exausto. - disse.

  Depois, fez uma fogueira e foi dormir.

-Ataquem!-disse o líder dos ladrões.

-O que se passa?!-disse Carlos surpreendido.

-Dá-nos a tua espada e ouro!-ordenou o líder.

-Nunca! -disse o príncipe. Se quiseres a minha espada e o meu ouro, terás de combater comigo num duelo!

Eles começaram o duelo e trocaram socos e pontapés entre si  até que o ladrão ficou atordoado e o cavaleiro acabou com um murro, vencendo e os ladrões retiraram -se.

  De manhã, o príncipe continuou a sua viagem à procura do anel.

  Por fim, chegou ao templo dourado, onde ficavam as maiores joias de ouro. Quando o jovem príncipe entrou, disse:

-Fantástico!

  Após ter ficado lá algum tempo à procura, encontrou o anel, mas havia um problema: estava guardado por um duende. Por isso, Carlos atacou-o de surpresa. Contudo, o duende, esperto, apanhou o cavaleiro e prendeu-o numa jaula com algemas, fazendo-o prisioneiro.

  Algum tempo depois, Carlos já tinha pensado num plano: Quando o duende o fosse comer, lançar-lhe-ia poeira para os olhos.

  Assim, quando o duende o tirou da cela, ele lançou-lhe poeira, como tinha planeado.

 Pegou no anel mágico, na sua espada e, com um enorme poder, queimou-o com o anel e fugiu. Alguns duendes aliados foram atrás  do cavaleiro para se vingar, porém o poder era impossível de travar e, quando Carlos acabou com eles, voltou para casa feliz por ter encontrado o anel mágico.

 Alexandre Silva, 7.º C

“O grande aventureiro”




Era uma vez um homem chamado Nathan Drake, que era alto, tinha cabelo e olhos castanhos, era muito bonito e não tinha medo de nada, mas, acima de tudo, era um grande aventureiro.

Nathan Drake vivia num país muito bonito e com várias e elegantes cidades.

O seu verdadeiro objetivo era conseguir um amuleto há muito deixado pelo seu avô. Era uma grande e rara antiguidade da sua família.

Então, partiu numa grande aventura em busca do tal amuleto.

Numa manhã de outono, chegou a uma ilha deserta... Lá, havia uma floresta muito densa e com árvores fortemente despidas pela brisa de outono. As árvores eram verdes, verdes, mas tão verdes, que dava para sentir a frescura como se se estivesse na primavera. No seu interior, existia um grande templo e, quando entrou, ficou fascinado com tantos mistérios que lá havia.

Porém, no meio de tanta diversidade, o aventureiro tinha muitos enigmas e adivinhas para decifrar. Era um templo totalmente armadilhado e cheio de hieróglifos na parede.

Felizmente, ele sabia decifrá-los e, depois de passar por muitos desafios, chegou ao enigma final.

Na parede do templo, estava escrito: “Se desta família fores, o amuleto certo escolherás”.Ele escolheu o certo. Porém, por detrás daquela grande porta, estava um bandido que conseguiu fugir com o mesmo. Ao observá-lo atentamente, seguiu-o até ao seu covil e, no fim, obteve o tão desejado amuleto.



Tiago Martins, 7.º C

“O anel mágico”




 Era uma vez uma linda rapariga chamada Catarina que tinha cabelo loiro, olhos azuis, era magra, de altura média e com cabelo encaracolado. O seu maior desejo era possuir um anel mágico que a podia teletransportar para qualquer lugar no Mundo.

  Andou por montes, vales, montanhas… e, pelo caminho, encontrou um duende, que a acompanhou na sua viagem.

A certa altura, viram um sábio louco:

  - Olá! Sou a Catarina e tu? – perguntou.

  - Sou o Sábio e ouvi dizer que andas à procura do anel!

  - Sim, ando, mas tu sabes onde está?

- Sei! Tens de vir comigo!

  - Certo!

   A Catarina foi com ele e chegou a hora de receber o anel...

   - Então, onde está o anel? – perguntou ela.

   - Tens agora de ir de barco até à iha misteriosa!

   - Está bem!

   Quando chegou à ilha, viu que era maravilhosa, com muita vegetação e bem tratada.

   “Onde estará o anel?” – perguntou-se.

   Durante dias, horas e minutos, procurou, procurou... Depois, recordou-se do que o duende lhe tinha dito: “Vais encontrar uma pessoa que te vai enganar.”

   Quando se lembrou de que era o Sábio quem estava a usar o anel, foi de barco, outra vez, para o país e tentou roubá-lo.

   Conseguiu tirar-lho e teletransportou-se para um lugar onde  não há pessoas maldosas e a vida é maravilhosa.





Lara Rodrigues, 7.º C