Era uma vez um jovem chamado
Daniel, que era alto e magro, tinha cabelo castanho e vivia num país muito
distante. Trabalhava numa feira, situada num bairro de gangsters.
Um dia, foi ter com a sua
namorada Joana, que estava prestes a acabar com ele. Ela corria perigo, por
isso é que queria acabar com ele.
- Joana, quem é que te quer fazer
mal?
Ela não respondeu e foi-se
embora. Daniel ficou a pensar em quem lhe poderia estar a fazer mal.
Então, decidiu segui-la, mas,
quando olhou para trás, viu quatro gangsters
a enfiá-la numa carrinha. Daniel foi atrás...A carrinha parou e ele observou que o refúgio dos vilões ficava numa barraca, no meio de uma mata,
perto da cidade.
Assim que os gangsters e a rapariga
entraram na barraca, Daniel meteu-se numa conduta que ia dar à sala onde estava
todo o bando.
A rapariga apareceu na sala,
acompanhada por um homem muito alto, armado que lhe perguntou pelo seu
dinheiro.
Ela disse que não o tinha. O
homem, sobressaltado, com a testa prestes a explodir de raiva, disparou na
cabeça de um dos seus ajudantes. Assustada, a rapariga disse que ele voltaria a
ter o seu dinheiro dali a uma semana.
O homem deixou-a sair, mas
disse-lhe que, se ela não lhe trouxesse o dinheiro, morreria.
Assustada, foi para uma praia
pensar no que faria da sua vida.
Entretanto, Daniel foi ter com
ela e perguntou o que aqueles homens pretendiam e ela contou-lhe tudo. Disse
que havia dois anos que o seu pai fora o grande fundador de uma empresa
mundialmente famosa, até que um dia foi a um casino e, como nesse dia não tinha
dinheiro para as apostas, os gangsters
mataram-no e ele ficou a dever-lhes 24 milhões de euros.
Daniel pensou num plano: ir para
uma ilha exótica só com o chefe dos gangsters
para lhe fazer o pagamento.
Contudo, quando o homem abriu a
pasta para confirmar se estava lá todo o dinheiro, viu que aquilo eram duas
bombas adesivas prestes a explodir. Tirou rapidamente uma pistola do bolso,
disparou na perna de Daniel, que ficou ferido. Este, quando a bala lhe passou
pela perna, bateu no dispositivo que acionava a bomba.
Depois de tudo aquilo, Daniel foi rapidamente
levado para o hospital, onde o médico disse que ele iria sobreviver, mas demoraria
dois meses a recuperar.
Diogo Freire, 7.º C
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