sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

"A história de Alberto Otávio Carrasco"






Em 2014, um soldado foi em guerra contra a Síria, Chamava-se Alberto Carrasco e não fazia nada da vida senão jogar jogos de computador. Aos 21 anos de idade, estava no 8º ano por ser tão viciado. Também já tinha roubado carteiras a velhinhas, mas nunca fora apanhado.

 Certo dia, ficou gravemente doente e a doença só tinha uma cura que estava no Egito.

Em plena guerra na Síria, tinha opção de ficar na guerra e esperar com o risco de morrer ou tinha a opção de ele próprio ir ao Egito. Para isso, porém,  precisava dum veículo para se deslocar. Pensou, pensou, pensou e disse em voz baixa para ele mesmo: "Uma vez ladrão, sempre ladrão."

Essa frase ficou na cabeça dele e decidiu roubar o carro que conduzia na guerra e fugir daquele sítio.

A meio do caminho, parou porque estava – se a sentir maldisposto. Vomitou e lá continuou a viagem. Depois de muitos quilómetros, chegou e foi logo pedir o remédio. Só que, para obter o remédio,  havia condições: tinha que derrotar o seu eterno rival “Fiambre”.

Mal tinha forças tinha para andar, quanto mais para lutar. Apesar disso, reuniu forças e  lá foi ele.

-AUGGGGHHHH AUUUUUUU NAOOOOOOOOO!!

Saiu do duelo com um olho negro, com o pé torcido e, o melhor, esqueceu-se do que eram jogos de computador. Entretanto, recebeu uma chamada do telemóvel descartável a dizer que o remédio tinha chegado à Europa e que podia voltar para Portugal.

Mas era bom demais para ser verdade! Os “ fiambreiros”, soldados do Fiambre vinham atrás dele porque Alberto tinha partido uma unha a Fiambre e convocou todos os soldados para virem atrás dele.

Cheio de medo, deu a maior corrida da vida dele. Mesmo assim, não os afastava porque eles treinavam atletismo. A partir daí, nunca mais se viu Alberto Otávio Carrasco soldado português.



Alexandre Bernardo, 7.º C

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