Em 2014, um soldado foi em
guerra contra a Síria, Chamava-se Alberto Carrasco e não fazia nada da vida
senão jogar jogos de computador. Aos 21 anos de idade, estava no 8º ano por ser
tão viciado. Também já tinha roubado carteiras a velhinhas, mas nunca fora apanhado.
Certo dia, ficou gravemente doente e a doença
só tinha uma cura que estava no Egito.
Em plena guerra na Síria,
tinha opção de ficar na guerra e esperar com o risco de morrer ou tinha a opção
de ele próprio ir ao Egito. Para isso, porém, precisava dum veículo para se deslocar.
Pensou, pensou, pensou e disse em voz baixa para ele mesmo: "Uma vez
ladrão, sempre ladrão."
Essa frase ficou na cabeça
dele e decidiu roubar o carro que conduzia na guerra e fugir daquele sítio.
A meio do caminho, parou
porque estava – se a sentir maldisposto. Vomitou e lá continuou a viagem.
Depois de muitos quilómetros, chegou e foi logo pedir o remédio. Só que, para
obter o remédio, havia condições: tinha
que derrotar o seu eterno rival “Fiambre”.
Mal tinha forças tinha
para andar, quanto mais para lutar. Apesar disso, reuniu forças e lá foi ele.
-AUGGGGHHHH AUUUUUUU NAOOOOOOOOO!!
Saiu do duelo com um olho
negro, com o pé torcido e, o melhor, esqueceu-se do que eram jogos de
computador. Entretanto, recebeu uma chamada do telemóvel descartável a dizer
que o remédio tinha chegado à Europa e que podia voltar para Portugal.
Mas era
bom demais para ser verdade! Os “ fiambreiros”, soldados do Fiambre vinham
atrás dele porque Alberto tinha partido uma unha a Fiambre e convocou todos os
soldados para virem atrás dele.
Cheio de medo, deu a maior
corrida da vida dele. Mesmo assim, não os afastava porque eles treinavam
atletismo. A partir daí, nunca mais se viu Alberto Otávio Carrasco soldado
português.
Alexandre Bernardo, 7.º C
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