Era uma vez um homem chamado
Nathan Drake, que era alto, tinha cabelo e olhos castanhos, era muito bonito e
não tinha medo de nada, mas, acima de tudo, era um grande aventureiro.
Nathan Drake vivia num país
muito bonito e com várias e elegantes cidades.
O seu verdadeiro objetivo
era conseguir um amuleto há muito deixado pelo seu avô. Era uma grande e rara
antiguidade da sua família.
Então, partiu numa grande
aventura em busca do tal amuleto.
Numa manhã de outono, chegou
a uma ilha deserta... Lá, havia uma floresta muito densa e com árvores
fortemente despidas pela brisa de outono. As árvores eram verdes, verdes, mas
tão verdes, que dava para sentir a frescura como se se estivesse na primavera. No
seu interior, existia um grande templo e, quando entrou, ficou fascinado com
tantos mistérios que lá havia.
Porém, no meio de tanta
diversidade, o aventureiro tinha muitos enigmas e adivinhas para decifrar. Era
um templo totalmente armadilhado e cheio de hieróglifos na parede.
Felizmente, ele sabia
decifrá-los e, depois de passar por muitos desafios, chegou ao enigma final.
Na parede do templo, estava
escrito: “Se desta família fores, o amuleto certo escolherás”.Ele escolheu o
certo. Porém, por detrás daquela grande porta, estava um bandido que conseguiu
fugir com o mesmo. Ao observá-lo atentamente, seguiu-o até ao seu covil e, no
fim, obteve o tão desejado amuleto.
Tiago Martins, 7.º C
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