Era uma vez uma linda
rapariga chamada Madalena. Tinha cabelos louros e olhos azuis. Era magra, alta,
alegre e popular na sua aldeia. Tinha um amigo em quem confiava muito, o
Martim, que era um rapaz aventureiro, tinha olhos e cabelo castanhos.
A aldeia onde viviam
chamava-se Malmequer. Era uma pequena aldeia com muitos espaços verdes, algumas
lojas, uma escola básica, um parque infantil, uma igreja e alguns cafés e
restaurantes.
Madalena e Martim tinham
muitos amigos e apenas um inimigo, o Guilherme. Este não tinha quase amigos e
só queria o mal das pessoas.
Um dia, a Margarida,
amiga da Madalena, disse-lhe:
-Madalena, Madalena! O
Guilherme disse que se vai embora!
-Como assim, vai-se
embora?- perguntou a Madalena.
-Ele disse que para outro
país!
-É da maneira que nos
deixa em paz.- murmurou Madalena.
Meses depois de Guilherme
se ter ido embora, Martim foi numa aventura navegando, mas chegou a notícia à
aldeia de que tinha naufragado. Madalena chorou muito. Ela estava disposta a ir
à ilha que ficava perto de onde o desastre ocorreu para explorar.
Madalena chegou à ilha e
encontrou uma pulseira única que o Martim usava. Ela queria chorar, mas
continuou a andar. Encontrou uma caverna e viu Martim amarrado a uma cadeira.
Madalena correu. Quando chegou perto dele, ouviu Guilherme falar:
-Madalena, não vale a
pena soltá-lo. Ele está inconsciente! Não queres acabar como ele, pois não? Ele
vai morrer!
Madalena e Guilherme
começaram a discutir e, entratanto,
Martim acordou. Guilherme rendeu-se e Madalena e Martim voltaram para a aldeia.
Luísa Gaspar, 7.º C
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