Há bastantes
anos, viveu um marinheiro chamado Zé que andava sempre à procura de aventuras.
Ele era baixo e magro, e não muito forte, mas tinha uma inteligência fora do
normal.
Certo dia,
andava na rua e viu um cartaz a dizer: ”Precisa-se de marinheiros para ajudar
excursão de cientistas.”
Ele
inscreveu-se logo.
Na semana
seguinte, começaram a embarcar. Zé ficou encarregue de um dos canhões de proa. Zarparam
na mesma semana rumo aos países do Sul onde se iam reabastecer. Porém, antes
disso, foram atacados por piratas. Estavam prontos para abrir fogo. Antes de a
ordem ser dada, o navio recebeu vários tiros na ponte. Continuaram à espera
enquanto recebiam vários tiros. Depois de serem atingidos é que foi anunciado
que tinham fogo livre. Começaram a disparar contra o inimigo. Após várias horas
de combate, o barco pirata retirou.
Quando
chegaram a terra, fizeram a contagem de
vítimas e dos danos. Nessa lista, constavam: o engenheiro, metade dos
cientistas e, o pior de tudo, o capitão. Todas as vítimas estavam na ponte.
Metade do
caminho até ao local onde deviam deixar os cientistas foi pacífico,
provavelmente pela presença de outros navios da marinha.
Em terra,
correu bem.
Quando estavam
a zarpar, um homem, não se sabe como, entrou no navio e começou a gritar:
-Não, vão!
Não, vão!
Ninguém se
importou e o homem foi levado para terra.
Na passagem de
volta, foram atacados, não por um, mas por cinco navios piratas. Zé, sem
hesitar, começou a disparar. A meio da batalha, algo perto dele explodiu. Ele
foi empurrado para o lado oposto do navio. Acordou vários dias depois num
hospital a ser tratado e disseram-lhe que fora o único sobrevivente e que fora
salvo por um grupo de animais desconhecidos.
Manuel Lopes,
7.º C
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