Há muito tempo, um
corajoso príncipe, com a sua espada brilhante e olhos e cabelos castanhos
partiu numa missão.
O pai de Carlos todo poderoso, disse:
-Meu filho, irás numa missão para encontrares um anel mágico.
Se o encontrares, poderás ficar com ele.
Depois do que o seu
pai lhe dissera, o jovem príncipe meteu-se a cavalo em busca do anel.
Após cavalgar algum
tempo, um pequeno grupo de ladrões que andava por lá e ouviu preparou uma
armadilha.
Passado algum tempo,
Carlos parou para descansar:
-Estou exausto. - disse.
Depois, fez uma
fogueira e foi dormir.
-Ataquem!-disse o líder dos ladrões.
-O que se passa?!-disse Carlos surpreendido.
-Dá-nos a tua espada e ouro!-ordenou o líder.
-Nunca! -disse o príncipe. Se quiseres a minha espada e o meu
ouro, terás de combater comigo num duelo!
Eles começaram o duelo e trocaram socos e pontapés entre
si até que o ladrão ficou atordoado e o
cavaleiro acabou com um murro, vencendo e os ladrões retiraram -se.
De manhã, o príncipe
continuou a sua viagem à procura do anel.
Por fim, chegou ao
templo dourado, onde ficavam as maiores joias de ouro. Quando o jovem príncipe
entrou, disse:
-Fantástico!
Após ter ficado lá algum
tempo à procura, encontrou o anel, mas havia um problema: estava guardado por
um duende. Por isso, Carlos atacou-o de surpresa. Contudo, o duende, esperto,
apanhou o cavaleiro e prendeu-o numa jaula com algemas, fazendo-o prisioneiro.
Algum tempo depois,
Carlos já tinha pensado num plano: Quando o duende o fosse comer, lançar-lhe-ia
poeira para os olhos.
Assim, quando o
duende o tirou da cela, ele lançou-lhe poeira, como tinha planeado.
Pegou no anel mágico,
na sua espada e, com um enorme poder, queimou-o com o anel e fugiu. Alguns duendes
aliados foram atrás do cavaleiro para se
vingar, porém o poder era impossível de travar e, quando Carlos acabou com
eles, voltou para casa feliz por ter encontrado o anel mágico.
Alexandre Silva, 7.º C
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