Um
príncipe vivia num reino muito bonito que tinha flores de diferentes cores, um
reino que ficava no ponto mais ocidental do planeta. Todas as pessoas que lá
viviam eram felizes.
O príncipe era muito alto, forte e tinha o
cabelo e os olhos castanhos. Existia um objeto que tinha exatamente o nome do
príncipe, João, e simbolizava o seu nascimento. Era um amuleto.
A cidade estava toda destruída. O responsável
por isto fora um gigante. Chamavam-lhe o gigante de um olho.
Um amigo do príncipe João, chamado Armindo,
encontrou-o e disse:
- João, temos que recuperar o nosso amuleto!
E o príncipe
respondeu:
- Pois temos! Pega nas espadas e vamos atrás
dele!
E assim foi.
João e Armindo partiram para a aventura. Eles travaram várias batalhas que
tinham que ganhar.
Primeiro, foi contra os duendes; depois,
contra um vampiro.
Conseguiram
ganhar todos os combates.
Na viagem (quase na gruta do gigante), houve
alguém que raptou o companheiro de João. O príncipe ficou em pânico e chamou
pelo amigo:
- Armindo,
onde estás!
Não houve
resposta. Então, João, muito triste, teve que continuar sozinho na sua aventura.
O gigante
disse:
- Tu vais
ser o meu jantar! Ah, Ah!
- Isso é o
que nós vamos ver! – respondeu o herói.
Começou a
luta. João estava a dominar bem o monstro, mas, quando este o agarrou pela mão,
atirou-o à parede. O herói estava ferido e em perigo de vida. Quando ia acabar
com ele, Armindo apareceu e cortou a cabeça à criatura.
- O que
aconteceu? Pensava que tinhas morrido!
- Não, João,
fui só raptado pelos gnomos assassinos.
João e
Armindo recuperaram o amuleto.
Porém, quando iam a sair da gruta, todos os
inimigos dos duelos anteriores apareceram. Eram aliados do gigante. Graças ao
objeto, eles foram salvos, pois o amuleto tinha o poder mágico de derrotar
todos os inimigos que existiam na Terra.
João Barreto
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